quarta-feira, 6 de julho de 2011

(4°) Vídeo-aula 18 - Valorização da cultura corporal da comunidade no currículo escolar

4°Módulo – Vídeo-aula 18: Valorização da cultura corporal da comunidade no currículo escolar

O Prof°Marcos Neira trouxe de início a concepção de cultura para os estudos culturais: Campo de lutas para validação de significados.
E definiu cultura corporal: conjunto de conhecimentos que envolve brincadeiras, danças, lutas, ginásticas e esportes. Todos os grupos culturais também possuem uma parte da cultura que se refere às práticas corporais e atribuem significados específicos a essas práticas corporais.

Cultura e Cultura corporal:
-Concepção dos estudos corporais
-Movimento x Gesto
-Produção da gestualidade
-Textos corporais

As manifestações culturais agregam os elementos da gestualidade sistematizada. Um gesto tem um sentido específico dentro de uma brincadeira, dentro de um esporte, de uma dança.
Leitura da gestualidade: o gesto é um movimento com significado.
O movimento dentro da brincadeira, esporte, dança, da ginástica tem como intenção comunicar. Esse movimento está dentro de um texto, um texto da cultura corporal. Por isso na perspectiva corporal movimento é uma coisa e gesto é outra.
Gestualidade – textos corporais culturais: produzidos pelas crianças, jovens, adultos, idosos, por vários grupos sociais. Essa produção da gestualidade está sempre relacionada ao sentido que aquela prática corporal tem em determinada comunidade. Cada comunidade produz uma gestualidade que lhe permite veicular os significados do mundo.
Andar de skate, jogar futebol, brincar de amarelinha são textos da cultura corporal.

Conceitos extraídos da Teoria Curricular Pós crítica
4 Princípios Curriculares:
-Enraizar as identidades: será que aquelas práticas corporais que escolhemos estão enraizadas, tem relação com essas identidades?
-Justiça curricular: equilibrar as práticas corporais que representam todos esses grupos culturais.
-Evitar o daltonismo cultural: reconhecer o arco-íris de culturas.
-Ancoragem social dos conteúdos: todas as brincadeiras devem estar ancoradas socialmente. As práticas corporais devem ser selecionadas pelo professor tendo em vista a existência dessa prática corporal fora da escola.

Cultura corporal é um patrimônio e precisa ser estudado dentro da escola, entendido, apreciado, compreendido. O que nos leva a algumas orientações didáticas:

-Mapeamento da cultura corporal: procurar identificar quais são as experiências culturais corporais que as pessoas da escola acessam.  A partir desse mapeamento vamos selecionar as práticas corporais que serão trabalhadas no currículo. Por exemplo trabalhar com esse artefato da cultura corporal: o pião.

-Ressignificação das práticas corporais: as crianças na sala de aula compõem uma microsociedade multicultural. Esse pião é ressignificado de várias maneiras.

-Aprofundamento dos conhecimentos: produto de pesquisa que fizeram sobre o pião.

-Ampliação: crianças indígenas brincando de outra maneira com o pião fizeram com que ampliassem o significado ao redor desse artefato.

Márcia Maria dos Santos Solha
Julho/2011

(4°) Vídeo-aula 17 -Transformações sociais, currículo e cultura

4°Módulo – Vídeo-aula 17: Transformações sociais, currículo e cultura

O Prof°Marcos Neira iniciou dizendo que o objetivo da vídeo-aula era procurar uma inter relação entre esses três elementos.

E para falar de como a sociedade veio se modificando nos últimos tempos, escolheu alguns itens como:

1-Globalização: há autores que dirão que ela remonta ao século XVI, XVII com a circulação de bens e serviços. Porém tratará da globalização nos últimos 50 anos. E sobre isso fez menção ao self-service e, também, que acompanhamos algo do outro lado do mundo ao vivo. Pela primeira vez nos deparamos com o outro, em qualquer lugar, cotidianamente e quase que o tempo inteiro.
2-Contexto democrático: a sociedade veio lentamente se democratizando. Hoje temos um público na escola, que até um tempo atrás não estava presente.
3-Sociedade Multicultural: uma sala de aula é um contexto multicultural. Uma família também. São campos, terrenos, territórios culturais absolutamente distintos.
4-Função social da escola: garantirá experiência social, uma circulação na esfera pública de maneira mais qualificada. É preciso selecionar determinados elementos para colocar dentro da experiência escolar.

E  ressaltou: “essa experiência de currículo tem chamado a atenção de teóricos como: Antonio Flávio Barbosa Moreira, Ana “Canen” (copiei como ele pronunciou),Tomas Tadeu da Silva, Elizabete de Macedo, Alice Casemiro Lopes. E para eles currículo é toda experiência proposta pela escola ou a partir dela.
Como todo currículo é uma prática social, ele deixa marcas. Nós somos marcados pelos currículos que percorremos."

Tomas Tadeu da Silva vai nos dizer: “O currículo, portanto, forja identidades."

Na teorização curricular contemporânea a maioria dos textos vem dividindo as teorias curriculares em três grandes grupos:
Teorias curriculares
-Teorias tradicionais: objetivam recortar uma parte da cultura erudita e não colocam em xeque o valor desses conhecimentos, tem que, simplesmente, ser aprendidos.
-Teorias críticas: nas décadas de 60, 70 e 80 o modo tradicional de entender a escola e o currículo passou a ser fortemente questionada, a experiência escolar era para manter a sociedade dividida em classes sociais. Das décadas de 60 a 80 ebulição de teorias, e críticas ao emprego do currículo como instrumento para manutenção das desigualdades sociais. Assim produziram a teoria crítico-reprodutivistas que colocavam em xeque os conhecimentos que iam para dentro do currículo.
-Teorias pós-críticas: Não somente as relações de poder baseadas em questões de classe que interferem na seleção de conteúdo. Ensinamos alguma coisa enquanto prática social, esta teoria está impregnada de classe, etnia, gênero, local e faixa etária.

Cultura: Definições em diferentes épocas
-Cultuar, cultivar (Grécia Antiga)
-Estado de Espírito (França, sec XVIII)
-Associada à razão e civilização (Iluminismo)
-Fator de identidade nacional (Alemanha, sec XIX)
-Modo de produção de classe (Inglaterra, sec XIX)

Mas foi no sec.XX, graças aos antropólogos, que o conceito de cultura ganhou força e chegamos ao que hoje se pensa.
Cultura, o olhar da Antropologia:
-Evolucionista: (Tylor)
-Relativista: (Boas)
-Funcionalista (Malinowiski)
-Sistêmica (Durkheim)
-Interpretativa (Geertz)
A partir dos anos 50 surge cultura como campo de luta para validação de significado.

Cultura, o olhar dos estudos culturais:
-Campo de lutas (Hall)
-Incorporação
-Distorção
-Resistência
Negociação

As lutas simbólicas se dão por quatro caminhos: incorporação, distorção, resistência e negociação.
As representações de mundo que circulam na cultura erudita são negadas pela cultura popular.
Mas há exemplos de incorporação nas práticas culturais, através da negociação e resignificação:
– futebol que era da elite (escola burguesa inglesa),foi incorporada pelas camadas populares.
-carnaval que era das camadas populares, foi incorporada pela elite.
Nesses dois casos o patrimônio cultural do outro, é apropriado, mas não da forma como o outro concebe, de uma forma negociada, negociando significados que atravessam esse patrimônio cultural.

                              Márcia Maria dos Santos Solha
                                          Julho/2011

(4°) Vídeo-aula 16 - Leis e Epilepsia

4°Módulo – Vídeo-aula 16: Leis e Epilepsia

A Prof°Paula Fernandes comentou que a Constituição de 1988 garante a saúde da população. No seu artigo 196: “A saúde é direito de todos e dever do Estado.”

A Lei n°8.080/90 no Art.2° diz: “A saúde é um direito fundamental  do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.”

Há entidades que trabalham com epilepsia e buscam a melhoria da qualidade de vida, inclusive criando, reivindicando projetos de leis municipais, estaduais e federais.

Uma lei que partiu da iniciativa da ASPE, instituiu na cidade de Campinas o dia municipal de conscientização da Epilepsia, comemorado todo dia 9 de setembro, desde 2003. Outras cidades como Curitiba, Brasília, Limeira e João Pessoa também e a intenção é que seja dia nacional.
Além disso o que se espera em termos de lei, que já está encaminhada, é uma portaria que institui a estratégia de atenção à epilepsia a ser implantada em todo território nacional – integral e efetiva. É uma conquista das organizações do país para diminuir o preconceito e melhorar a qualidade de vida das pessoas com epilepsia e o tratamento.

A Prof°Paula também abordou a questão de delitos  que podem ser conseqüência de algum dos diferentes tipos de epilepsia, inclusive, perda da consciência ou automatismos. Podem ser cometidos na fase ictal, pré-ictal ou pós-ictal.

E sobre periculosidade ela disse que é associado à ocorrência das crises. A pessoa com epilepsia não é perigosa para a sociedade, no momento da crise ela não tem consciência. Há pessoas que já  tinham transtornos de personalidade, ou adquiriram depois , e isto não se deve à epilepsia.

                                   Márcia Maria dos Santos Solha
                                              Julho/2011

  

(4°) Vídeo-aula 15 - Epilepsia e trabalho

4°Módulo – Vídeo-aula 15: Epilepsia e trabalho

A Prof°Paula Fernandes fez menção ao mercado de trabalho atual que está muito competitivo, com altos níveis de exigência, de desemprego e uma remuneração desproporcional. E isso acrescido de uma doença crônica como a epilepsia fica ainda mais difícil,  tanto conseguir trabalho, quanto manter.
Existe maior índice de desemprego e de subemprego para pessoas com epilepsia.

E levantou três aspectos importantes para a compreensão disso:

-Aspectos biológicos das epilepsias: é preciso considerar as causas da epilepsia; freqüência e severidade das crises; efeitos colaterais das medicações; imprevisibilidade das crises.
-Mercado de trabalho: trabalho formal e informal; adequar ao tipo de atividade; e principalmente, acreditar em si mesmo.
-Estigma: estereótipos; crenças sobre epilepsia; rótulo de “epiléptico”(enxergamos a doença e não a pessoa, remetendo à incapacidade).

Ao lado do mercado competitivo, do receio dos empregadores, há fatores psicossociais como baixa auto-estima, baixa qualidade de vida, depressão, ansiedade, stress.  

E ressaltou: “assim fica difícil: o mercado não se abre e também a própria pessoa não vai em busca.Ela precisa querer, sentir-se capaz e perceber-se como alguém participante da sociedade, um cidadão.
70 a 80% podem ter suas crises epilépticas controladas e por isso, podem estar trabalhando (trabalhos formais ou informais). E a conquista e manutenção do emprego dependem dos empregadores, das empresas, dos pacientes, das famílias.

Márcia Maria dos Santos Solha
Julho/2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

(4°) Vídeo-aula 14- A cartografia e a representação dos lugares


4°Módulo – Vídeo-aula 14: A cartografia e a representação dos lugares

“São Paulo não é apenas o resultado do seu local, da sua situação e do seu clima: antes disso tudo, é o produto do trabalho dos homens que, em épocas diferentes, conforme as circunstâncias históricas mutáveis tiraram partido da natureza inerte.”                                            Pierre Monbeig

A Prof°Sonia Castellar usou essa citação acima para abordar o tema dessa vídeo-aula. E falou que o contrário do que muitas vezes pensamos, o mapa é um texto, passa informação e é preciso que façamos a sua leitura da mesma forma que aprendemos a ler criticamente um texto, desvendando-o ideologicamente, percebendo suas intenções e opções teórico-metodológicas, e não simplesmente o copiarmos.
E ela apresentou diferentes tipos de mapas e suas possíveis leituras e interpretações.

E enfatizou: “O mapa reproduz um sistema de valores sociais que são culturais e históricos. Eles são como construções culturais de discursos sobre o território; é possível ler a sociedade pelos seus mapas. Tem elementos de matemática, área e relações espaciais. É possível ler, compreender as sociedades através dos mapas.”

E sugeriu: “ pedir para as crianças fazerem um mapa, por exemplo, construir um mapa que reflita aquela comunidade – não precisa ter escala rígida. Um mapa é qualquer representação gráfica, representação de um lugar, não preciso falar cartograficamente. Já na representação cartográfica o mapa tem escala, tem legenda, tem as convenções cartográficas que são importantes.”
É possível apresentar e analisar com os alunos os mapas e dados das pesquisas do IBGE.
Deve-se criar salas ambientes, laboratórios, biblioteca , enfim lugares onde os alunos levem material de fora para ser analisado.

Educação e a cidade:

Aprender na cidade:
Aprender da cidade: como fonte educativa
Aprender a cidade: como objetivo ou conteúdo

Trouxe o exemplo de uma escola pública em Itapevi.

E finalizou dizendo: “Repensar a escola através de outros parâmetros, outros valores e começar a criar uma outra cultura de respeito ao outro, cidadania, desejo de conversar. E a cartografia pode ajudar nisso.”

                            Márcia Maria dos Santos Solha
                                            Julho/2011

(4°) Vídeo-aula 13 - Educação geográfica, estudo da cidade e o uso da cartografia


4°Módulo – Vídeo-aula 13: Educação geográfica – estudo da cidade e o uso da cartografia

“Fazer da cidade um objeto de educação geográfica significa superar a superficialidade conceitual e estabelecer uma relação mais eficaz entre o saber formal e o informal”

 A Prof°Sonia Castellar fez essa citação acima e abordou como tema central a cidade como projeto educativo. E disse: “pensar como num currículo integrado na escola, os professores possam participar de uma forma conjunta num estudo centrado na cidade. Pensar a cidade – é o lócus, é o lugar de vivência dos alunos, das pessoas e reconhece-la, identificá-la, compreende-la.”
Ao pensar no bairro (comparar, associar com outras escolas, outros lugares do mundo) – ideia de pertencimento (diversidade cultural, cidadania, pertencimento, raízes, vizinhança) – que comunidade é essa ? (entorno da escola; organização do território). O bairro nos ajuda a entender a dimensão social, econômica e cultural daquele grupo que pertence aquela escola e aquele lugar. Imagens que vão simbolizando, caracterizando aquele lugar, aquela região e vão se tornando referenciais de valores das crianças.

Não dá para ser uma aula dentro da escola é preciso superar os muros da escola e encontrar outros espaços de organização das aulas: o entorno, museu, parque, casa de cultura, trabalho de campo, ida a uma festa. Isso começa a criar um capital cultural e pode diminuir o conflito via a ideia de cidade educadora: é objeto de educação e é educadora porque tem uma forma de entender, tem conceitos como aquele espaço foi produzido (tramas dessas redes produtivas e sociais).
Aquilo que ele está aprendendo na escola faz sentido quando ele vai para a rua. Cada professor vai dar sua disciplina, mas tem objetos de estudo que podem fazer essa articulação. Característica mais interdisciplinar do currículo.
Com um bom roteiro, um bom olhar : museu do futebol; metrô; trem etc...
Os alunos descobrem que a cidade é mais do que uma decodificação das informações que ela revela na sua  aparência, mas pode-se descobrir a sua estrutura, sua gênese e função e está estruturada a partir de uma lógica. Daí é preciso decodificar e associar essas informações.
Estudar o lugar, estudar a cidade – isso tem que ser feito a partir de um projeto educativo, e é esse o desafio e você vai construir valores não só culturais,mas do ponto de vista da relação com o outro.

A temática urbana:
-Enfoque morfológico: Se no estudo a ênfase for descrição das formas construtivas e visíveis, por exemplo: classificação dos bairros; tipo de edificação; rede de circulação; tipo de estabelecimentos; rede social (escola, hospitais, postos de saúde). Vai mapeando, discutindo a desigualdade social, comparando com outros lugares.
-Enfoque histórico: O ensino se organiza a partir dos relatos da biografia da cidade e da vida de seus habitantes, por exemplo: história de vida; mudanças e permanências; tempo.
-Enfoque ambiental: Quando a problemática for o meio ambiente: análise do meio físico e os impactos das construções; o cidadão como protagonista – será o ensino centrado no conhecimento e exercício dos direitos do cidadão.

E terminou enfatizando a finalidade do estudo da cidade: “Como vivem as pessoas; como funcionam as cidades; as redes de circulação; qualidade de vida; elaboração do plano diretor; análise ambiental, etc...”

                            Márcia Maria dos Santos Solha
                                            Julho/2011


(4°) Vídeo-aula 12 - Epilepsia na escola


4°Módulo – Vídeo-aula 12: Epilepsia na escola

A Prof°Paula Fernandes indagou como as crianças percebem a epilepsia, o que elas sabem a respeito. E depois fez também esse questionamento em relação aos professores. Em seguida apresentou um levantamento feito com ambos a esse respeito, que evidenciou a falta de informação ou informações equivocadas e a presença de crenças que  dão ao quadro uma conotação negativa.

E se um aluno com epilepsia entra na escola, você foi informado, e na primeira semana de aula ele tem uma crise, como proceder ?
O que fazer ?

Para acolher o aluno e ajuda-lo a se inserir:
-Conversar com os pais buscando informações e formas de condutas.
-Conversar com a classe sobre assuntos de saúde, inclusive epilepsia (temas transversais).
-Colocar sempre conceitos de cidadania e solidariedade.

Na hora da crise:
-Manter a calma.
-Afastar objetos que oferecem risco.
-Virar a cabeça de lado (para que a saliva não se acumule e não haja risco de se engasgar, se asfixiar) e colocar a mão ou alguma peça de roupa para amortecer a batida.
-Acalmar os outros alunos.
-Esperar a crise passar (dura, mais ou menos, 1 minuto e meio)
-Só há necessidade de chamar o socorro, ambulância ou levar ao pronto socorro se a crise durar por mais de 5 minutos seguidos.

Depois da crise:
-Falar que o aluno teve uma convulsão.
-Levá-lo para um lugar mais calmo.
-Conversar com a classe: percepção, atitudes adequadas perante ele. Tratamento normal quando ele voltar para a sala.

Na hora da educação física:
Saber dos pais se o aluno pode fazer e se ele tem alguma outra limitação.
Na maioria dos casos o aluno pode participar de atividades coletivas, pode jogar bola.
Não tratá-lo como “café com leite”, é fundamental que ele se sinta inserido.

Na hora da lição:
-Lembrar que o aluno tem, geralmente, condições semelhantes aos outros da classe.
Às vezes: explicação individual
Importante saber se a medicação tem algum efeito colateral ou se o aluno tem outras comorbidades.

Considerações importantes:
-Horário das medicações.
-Presença de comorbidades (o que ele tem além da epilepsia e o que isso pode atrapalhar).
-Contato em caso de urgência (números de telefone).
-Colegas de classe: ótimos companheiros e aliados (colocá-lo próximo à alunos solícitos).
-Todos que trabalham na escola devem estar cientes e saber lidar com a situação.

E a Prof°Paula deu ênfase à inserção social e comentou que para isso é importante que esse aluno participe ativamente da escola. Quanto mais aceito, melhores chances de desenvolvimento pleno e isso melhora, também, a aprendizagem dos outros alunos sobre as diferenças, em ser tolerante com as diferenças.

E finalizou ressaltando:
-Saber sobre a epilepsia e as maneiras adequadas de como proceder.
-Formação ética: desmistificar as crenças, reduzir o estigma  e o preconceito.
-Professor capacitado: amplia a rede de informação sobre epilepsia e os valores éticos para seus alunos, famílias, comunidade e sociedade.

                            Márcia Maria dos Santos Solha
                                            Julho/2011